A Reforma Tributária deve transformar profundamente a rotina dos 540 mil contadores e técnicos em contabilidade ativos no Brasil, segundo dados dos Conselhos Regionais de Contabilidade. Em meio às várias mudanças de regras e tributos, um fator se destaca como decisivo para o sucesso na adaptação às novas regras: a organização de dados.
Para Felipe Beraldi, economista da Omie, empresa de gestão para PMEs, a nova estrutura tributária eleva o nível de exigência sobre a qualidade, consistência e acessibilidade das informações fiscais e financeiras das empresas. “A Reforma Tributária muda a lógica de apuração e controle. Isso exige uma base de dados muito mais organizada, atualizada e confiável. Sem isso, o risco de erros, retrabalho e aumento de custos cresce significativamente”, afirma.
Existem cerca de 23 milhões de empresas registradas no Brasil, com aproximadamente seis milhões enquadradas como PMEs. O maior obstáculo, muitas vezes, ainda é o uso de práticas ultrapassadas, segundo Beraldi. “Nosso principal desafio com novos clientes é a informalidade, já que cerca de 80% chegam usando apenas Excel ou cadernos. Nesse caminho, conseguimos funcionar como um repositório de dados das empresas, facilitando depois a interação com serviços de IA.”
Além da conformidade, a organização de dados também influencia decisões estratégicas. Informações bem estruturadas permitem maior clareza na análise de carga tributária, formação de preços e gestão financeira, evitando distorções que podem comprometer a competitividade das empresas. “O desafio agora é garantir que todas as informações estejam acessíveis, integradas e confiáveis. O contador passa a ter um papel ainda mais estratégico, apoiando o negócio com base em dados consistentes”, diz Beraldi.
Dados da Omie mostram que 91% das PMEs já reconhecem a IA como fator central para a eficiência competitiva. Segundo a empresa, a digitalização chega a reduzir custos operacionais em até 30%. “A tecnologia está redefinindo o papel do contador. Com sistemas integrados e acesso a dados em tempo real, o profissional se posiciona como um parceiro estratégico do negócio”, disse José Adriano, diretor de marketing de produto da Omie.
Com a transição tributária já em andamento e previsão de implementação completa até 2033, o período de adaptação exige atenção redobrada. Segundo Beraldi, atrasos na organização das informações podem gerar impactos diretos na operação. “Quanto mais desorganizados estiverem os dados, maior será o esforço para se adequar às novas exigências. Isso pode significar perda de eficiência, aumento de custos e até riscos fiscais”, explica Beraldi.
Empresas enquadradas nos regimes de Lucro Presumido e Lucro Real, por exemplo, precisam revisar com maior rigor suas bases de cálculo, apuração de créditos e controles internos. Nesse cenário, manter dados estruturados e processos bem definidos passa a ser uma condição essencial para garantir conformidade e previsibilidade.
Fundada em 2013 por Marcelo Lombardo e Rafael Olmos, a Omie tem o propósito de destravar o crescimento de todos os tipos de negócios, oferecendo um sistema de gestão inovador, completo e ilimitado, ancorada em quatro grandes pilares: Gestão, por meio do software; Educação, por meio da Omie.Educação; Finanças, por meio de linhas de crédito e soluções para apoio à gestão de PMEs; e Comunidade, por meio de um ecossistema que conecta clientes, fornecedores e prestadores de serviços. Líder do segmento, a empresa conta com mais de 25 mil contadores parceiros, mais de 180 mil clientes, aproximadamente 1600 colaboradores e mais de 100 unidades de franquias no país. Atualmente, o Omie processa mais de R$38 bilhões em notas fiscais emitidas por mês, representando um fluxo de cerca de 3,8% do PIB brasileiro. Para conhecer mais sobre as novidades da Omie, não deixe de conferir nossos canais: Site, Blog, Instagram, LinkedIn e TikTok.