O aumento nas bombas de combustível é apenas a ponta do iceberg de uma crise que pode chegar rapidamente ao armário de medicamentos das famílias brasileiras. Com a instabilidade no Oriente Médio, o barril de petróleo atua como um gatilho inflacionário que atinge diretamente a produção de remédios. O motivo é uma realidade química pouco discutida: o petróleo não é apenas o combustível que move o caminhão da entrega, ele é a espinha dorsal da indústria farmacêutica.
A indústria farmacêutica moderna é, em grande parte, uma extensão da petroquímica. A transformação do petróleo bruto em um medicamento passa por etapas complexas de refino e síntese laboratorial.
Veja como o “ouro negro” se transforma em saúde:
O aumento não é um evento isolado, mas uma combinação de três fatores críticos gerados pelos conflitos internacionais:
Diferente da gasolina, cujo preço muda quase instantaneamente nos postos, os medicamentos possuem um reajuste regulado. No entanto, a pressão nos custos de produção pode levar a dois cenários preocupantes: o desabastecimento de remédios mais baratos (cuja margem de lucro desaparece com o custo alto do petróleo) ou o aumento máximo permitido pela regulação para compensar as perdas da indústria.
O cenário econômico atual exige mais do que apenas uma boa gestão de estoque; exige uma estratégia tributária e contábil de precisão. Com a alta do petróleo e dos insumos farmacêuticos, cada centavo na margem de lucro conta para manter a saúde do seu negócio.
A equipe do Contador Lucas Pereira é especialista em soluções contábeis para o setor de saúde e comércio, ajudando empresas a navegarem por crises globais com:
Não deixe a instabilidade do mercado comprometer o seu crescimento.
Entre em contato com a equipe do Contador Lucas Pereira pelo 11 988476831
Por Lucas de Sá Pereira, contador https://contadorlucaspereira.shop/, e colunista do Jornal Contábil e criador do instagram @contadorlucaspereira